Está marcada para esta terça-feira (02) a partir de 14h uma reunião na sede da UESC. Na ocasião, sindicatos, associações, grupos, entidades e movimentos irão marcar a data do protesto, que será puxado pelos movimentos sociais. A maioria é dissidente do primeiro movimento, que reuniu mais de cinco mil pessoas em Caruaru. O racha teve início com a decisão dos manifestantes em não aceitar que a bandeira da UESPE fosse rasgada no primeiro protesto. Diante da situação, já que os estudantes não aceitam nenhuma representatividade, houve a decisão de criar um movimento autônomo.
O presidente da Uesc, Gleisson Rodrigues, explicou a ideia. “Vamos construir um manifesto assinado por todas as organizações e pautando a principal reivindicação de cada categoria. Iremos aproveitar o momento para realizarmos uma avaliação da atual conjuntura”, disse.